Depois da florzinha de 1986, uma espécie de pré-valério, apresento depois um desenho com tendências fortemente abestardas. Gosto muito das mãozinhas ridículas do senhor da frente. É de tal maneira bom o desenho que eu, ofuscado pela qualidade do dito, não pus qualquer data.
Acontece frequentemente à frente das grandes portas de Kiev, inebriados pelo fragor da primavera que se alevanta por aí afora pelas portentosas estepes. Datam deste ano.
Foi isto o que passei as duas horas e tal do exame nacional a fazer (1984?). Só consegui fazer um exercício de módulos. Burríssimo! fui para artes, pois claro, porque senão era primeiro ministro.
Em dois mil e cinco só fazia disto; Brigittes (aqui em versão escuteira a tocar guitarra na missa). O Mattia diz que ela é má (prefere os animais aos imigrantes); pode ser que seja mas lá que para além de outras coisas tinha uma bela voz, lá isso tinha.
São dois desenhos a esmalte aquoso sobre fotocópias de páginas com ilustrações de Almada Negreiros recicladas da investigação de 1993 para o CCB. São de 1995
Bela cançoneta da revolução franceta! desenho feito numa das minhas últimas reuniões do Conselho Pedagógico da ESTGAD (2005). Já estava com a cabeça a voar de Caldas para Slangerup.